A taxa de desemprego no Brasil registrou alta, alcançando 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo dados do IBGE. Este aumento, embora significativo, ainda representa o menor índice para o mês de fevereiro desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012.
Números em Destaque
- Taxa de Desemprego: 5,8%
- Trimestre Anterior: 5,2%
- Taxa de Desemprego em Fevereiro de 2025: 6,8%
- Rendimento Médio Mensal: R$ 3.679
- Crescimento do Rendimento em Relação ao Trimestre Anterior: 2%
- Crescimento do Rendimento em Relação ao Mesmo Período de 2025: 5,2%
- Número de Pessoas Ocupadas: 102,1 milhões
- Número de Pessoas em Busca de Emprego: 6,2 milhões
- Trabalhadores com Carteira Assinada: 39,2 milhões
- Trabalhadores por Conta Própria: 26,1 milhões
- Taxa de Informalidade: 37,5%
O Contexto da Divulgação
O aumento na taxa de desemprego é atribuído a uma redução de vagas nos setores de saúde, educação e construção. A coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, enfatizou que essa movimentação é sazonal, comum no início do ano, devido ao término de contratos temporários no setor público. Apesar do aumento do desemprego, o rendimento médio mensal do trabalhador atingiu R$ 3.679, o maior valor já registrado, refletindo uma maior demanda por trabalhadores e um avanço na formalização, especialmente nos setores de comércio e serviços.
O que é a Taxa de Desemprego?
A taxa de desemprego é um indicador econômico que mede a proporção de pessoas que estão ativamente à procura de emprego em relação à força de trabalho total. Este indicador é fundamental para compreender a saúde do mercado de trabalho de um país, pois reflete tanto a disponibilidade de empregos quanto a dinâmica econômica em geral.
Aprofunde sua análise em nossa seção completa sobre indicadores econômicos. Veja o histórico da taxa Selic e do índice IPCA para entender o cenário completo do mercado financeiro.
Indicadores Econômicos
2026-03-27 12:44:00


