O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) apresentou uma leve alta de 0,06% em julho, após registrar 0,41% em junho, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este resultado marca a menor taxa para o mês de julho desde 2023, quando houve uma deflação de -0,07%.
Números em Destaque
- Alta em julho: 0,06%
- Alta em junho: 0,41%
- Acumulação em 12 meses: 4,52%
- Meta de inflação para 2026: 3%
- Projeção de analistas: 0,21%
- Deflação em alimentação e bebidas: -0,66%
- Índice de Difusão: 48,2%
O Contexto da Divulgação
O resultado do IPCA-15 em julho ficou abaixo da mediana das projeções de 23 analistas consultados, que esperavam uma alta de 0,21%. O intervalo das estimativas variou entre 0,17% e 0,28%. A inflação acumulada em 12 meses, que é de 4,52%, ainda está acima da meta de 3% estabelecida pelo Banco Central, mas representa uma desaceleração em relação ao resultado anterior de 4,80%. A diminuição da pressão inflacionária foi influenciada pela queda nos preços de alimentos e bebidas, que registraram a maior deflação em quase dois anos, além de uma redução no Índice de Difusão, que mede a proporção de itens com aumento de preços.
O que é o IPCA-15?
O IPCA-15 é uma prévia do IPCA, calculado com base em uma cesta de consumo típica das famílias com rendimento entre um e 40 salários mínimos. Este indicador abrange nove regiões metropolitanas, incluindo cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. A principal diferença em relação ao IPCA está no período de coleta e na abrangência geográfica.
Aprofunde sua análise em nossa seção completa sobre indicadores econômicos. Veja o histórico da taxa Selic e do índice IPCA para entender o cenário completo do mercado financeiro.
Indicadores Econômicos
2026-07-28 09:05:00


