O julgamento que começa hoje é resultado de uma ação judicial movida contra a Meta por uma coalizão de estados dos EUA em outubro de 2023. Nesta ação, um grupo de procuradores gerais alegou que a empresa utilizou recursos viciantes para “prender” os usuários, além de ocultar os perigos de suas plataformas.
Na época, a Meta enfrentava críticas após a ex-gerente de produto do Facebook, Frances Haugen, ter testemunhado no Congresso que a empresa estava ciente de que seus produtos, especialmente o Instagram, estavam prejudicando os jovens. As alegações de Haugen levaram a uma investigação por parte de vários procuradores estaduais, que posteriormente formaram a base para a atual ação judicial em múltiplos estados contra a Meta.
A gigante das redes sociais negou de forma consistente e contundente as alegações de que não protegeu os adolescentes. No entanto, seus esforços para derrubar esta ação ou, pelo menos, dividi-la em julgamentos menores, falharam em grande parte.
Agora, quatro dos 29 estados que processam a empresa – Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey – apresentarão seu caso.




