Rodrigo Mattos criticou a tentativa de responsabilizar o pai de um garoto pelo comportamento dos torcedores, afirmando que essa inversão de culpa busca minimizar a gravidade do ocorrido. Ele destacou que a nota de repúdio da Gaviões da Fiel é contraditória, pois sugere indiretamente a culpa dos pais. Mattos também questionou a legitimidade da Gaviões para repudiar a violência, lembrando que seu presidente esteve envolvido em ações agressivas recentemente.
Arnaldo Ribeiro, por sua vez, enfatizou que o incidente não deveria ser objeto de debate, considerando evidente o limite que foi ultrapassado. Ele observou que a hostilização veio de torcedores do setor oeste do estádio, e não de uma torcida organizada. Ribeiro expressou sua indignação ao afirmar que é chocante discutir essa situação em um dia tão significativo para o Corinthians, sugerindo que se a manifestação tivesse sido feita pela torcida organizada, a repercussão seria ainda maior.




