Adriane Galisteu, apresentadora de 52 anos, compartilhou sua experiência com a Síndrome do Piriforme, uma condição que causa dor intensa e limitações nos movimentos. Após um diagnóstico e tratamento, Galisteu destacou a importância de reconhecer os sinais do corpo e a necessidade de cuidados adequados.
Como tudo começou
O problema surgiu durante um treino, quando Adriane realizava um agachamento com carga inadequada, resultando em uma dor intensa e incomum. Em seu relato, mencionou: “Eu fui treinar, fazer um agachamento e errei o peso. Deve ter dado algum enrosco com algum nervo.” Após a dor persistir, ela decidiu realizar exames, que confirmaram a síndrome, a qual ela não conhecia até então.
O que é a Síndrome do Piriforme?
A Síndrome do Piriforme é uma condição que resulta da compressão do nervo ciático pelo músculo piriforme, localizado na região dos glúteos. Essa condição, embora pouco comentada, pode causar dor persistente, formigamento e dormência que se estende pela perna.
Por que ela é confundida com a ciática?
Os sintomas da síndrome são frequentemente confundidos com a dor ciática tradicional, que está relacionada a problemas na coluna. No entanto, enquanto a ciática comum é associada a alterações na coluna lombar, a síndrome do piriforme tem origem no músculo.
Principais sinais de alerta
A síndrome pode se manifestar de diversas maneiras, mas alguns sintomas característicos incluem:
- Dor profunda na região do glúteo, geralmente de um lado;
- Sensação de queimação ou dor que irradia para a parte de trás da perna;
- Desconforto ao ficar muito tempo sentado;
- Piora da dor ao subir escadas, correr ou cruzar as pernas.
Em casos mais intensos, pode haver dificuldade para caminhar ou movimentar a perna.
Quando desconfiar do problema
Alguns sinais ajudam a diferenciar a síndrome de outras condições. A dor geralmente não melhora com tratamentos voltados para a coluna e pode não estar acompanhada de dor lombar. O desconforto tende a começar na região do glúteo e seguir pela parte posterior da perna, similar ao trajeto do nervo ciático.
Tratamento e recuperação
O tratamento da Síndrome do Piriforme envolve repouso, uso de analgésicos e reabilitação física, incluindo fisioterapia. Galisteu ressaltou que o processo exige paciência e cuidado, enfatizando a importância de respeitar os limites do corpo durante a prática de exercícios físicos.




