Aryna Sabalenka, atual número um do mundo, anunciou sua intenção de adotar uma agenda um pouco mais leve em 2026, citando a intensidade da temporada da WTA como um fator crucial. A jogadora chegou às quartas de final do Brisbane International, com o Australian Open se aproximando ainda este mês.
A jogadora também expressou sua frustração em relação às regras da WTA sobre a participação obrigatória em torneios específicos, mencionando que tentará gerenciar seu calendário de forma mais eficiente, mesmo ciente de que poderá ser multada por isso. “É complicado não participar de um evento 1000. Acho que é insano o que eles fazem”, declarou, criticando a falta de foco na proteção dos jogadores.
Sabalenka não é a única a levantar preocupações sobre o calendário da WTA. Iga Świątek, em junho passado, também comentou sobre a intensidade do cronograma, afirmando que não faz sentido jogar mais de 20 torneios por ano, o que pode resultar em sacrifícios para representar seus países.
Em 2024, Carlos Alcaraz, campeão de seis Grand Slams, expressou preocupações semelhantes, afirmando que a estrutura do ano pode levar os atletas a um colapso. Apesar das reclamações, parece haver pouca evidência de que a situação irá mudar em breve. A possibilidade de os principais jogadores faltarem a eventos importantes pode, no entanto, forçar os organismos de governança a agir.




