O novo álbum “Bossa Sempre Nova” da cantora Luísa Sonza, de 27 anos, apresenta uma ousada interpretação de clássicos da bossa nova, contando com a colaboração de renomados violonistas como Roberto Menescal e Toquinho. A obra revisita repertórios dos anos 1960 e 1970, trazendo uma nova perspectiva ao gênero.
Uma Nova Abordagem à Bossa Nova
Luísa Sonza abre o álbum com uma versão vibrante de “Consolação”, um clássico de Baden Powell e Vinicius de Moraes. A interpretação destaca a versatilidade da artista, que utiliza tanto os graves quanto os agudos exigidos pela melodia, resultando em uma nova vida para uma canção já famosa.
Harmonia e Inovação
A bossa nova, segundo João Gilberto, é uma síntese do samba, e Luísa demonstra que o estilo pode ser renovado. Sua abordagem, embora diferente do que era convencional, traz uma explosão de energia que enriquece o gênero.
Momentos de Emoção
O álbum contém momentos emocionantes, como o dueto “Você” com Menescal e “Tarde em Itapoã” com Toquinho. A interação entre as vozes de Luísa e seus ídolos traz uma conexão especial, celebrando a beleza atemporal da bossa nova.
Qualidade e Imperfeição
Embora haja pequenas imperfeições vocais que poderiam ser corrigidas com tecnologia, a decisão de manter essas características confere um toque de humanidade e proximidade à obra. Essa escolha é vista como uma qualidade, refletindo a autenticidade da artista.
Repertório Variado
O álbum também inclui clássicos como “Nós e o mar” e “Ai se eu pudesse”, além de uma parceria inesperada com Menescal. Apesar de algumas faixas não serem estritamente bossa nova, como “Diz que fui por aí”, a diversidade do repertório mostra a amplitude do projeto.




