Recentemente, Vicente Serejo compartilhou uma experiência singular em uma manhã no Campus da UFRN, onde observou uma iguana atravessando o acesso ao estacionamento do Centro de Convivência. A iguana, embora não fosse das maiores, exibia uma elegância e altivez que despertaram a admiração do autor, contrastando com a indiferença que, segundo ele, alguns acadêmicos demonstram em relação aos livros.
Serejo refletiu sobre a liberdade da iguana, destacando que ela não precisa de títulos ou aprovação, e expressou uma inveja saudável por aqueles que conhecem o verdadeiro valor da vida, livres das amarras burocráticas e das superficialidades. Ele enfatizou a beleza da simplicidade e da autenticidade, observando que a iguana parecia feliz em sua leveza.
O autor também mencionou a importância do querer bem, que, segundo ele, é uma forma de amor que não se limita ao desejo carnal. Serejo fez uma analogia entre a iguana e a vida humana, reconhecendo que a verdadeira felicidade e liberdade são raras e frequentemente ofuscadas por convenções sociais.
Além de sua observação poética, Serejo também trouxe à tona questões políticas e sociais, mencionando a dificuldade que Alysson Bezerra enfrentará para manter seu favoritismo nas próximas eleições, e a necessidade de união entre as chapas bolsonaristas. Ele criticou a poda da Prefeitura na Av. Brigadeiro Gomes, comparando-a a uma intervenção drástica e desnecessária.
O texto também incluiu reflexões sobre a ignorância e seu impacto na sociedade, além de citações de figuras como Vinícius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade, que ilustram a profundidade do pensamento do autor. Serejo concluiu com uma nota sobre a importância da alfabetização e do pioneirismo educacional no Brasil, ressaltando a figura de Paulo Freire e seu legado.




