Banco Central do Brasil impõe regulação severa para corretoras de bitcoin, prevendo que apenas dez das 200 empresas em operação conseguirão a licença até 2026

A regulação rigorosa que será imposta pelo Banco Central do Brasil para corretoras de bitcoin e criptomoedas em 2026 está gerando reações de oposição no mercado. As novas exigências, que incluem altos requisitos de capital mínimo e restrições de saques, têm levado empresas a fechar suas portas e gerado preocupações sobre a competitividade do setor no país.

Detalhes do Anúncio

  • O Banco Central do Brasil implementará novas regras para corretoras de criptomoedas a partir de 2026.
  • As exigências incluem capital mínimo elevado e limitações nos saques, que podem levar até 24 horas.
  • Apenas dez das aproximadamente 200 empresas de criptomoedas em operação no Brasil devem conseguir a licença necessária para operar.
  • Empresas como BitNuvem, Coinext, NovaDAX e Digitra já encerraram suas atividades após as novas resoluções.
  • A diretora de regulação da Ripple, Isabel Sica Longhi, destacou a velocidade das novas regras como um fator que prejudica as operações das empresas.
  • O prazo para as empresas se regularizarem é até 30 de outubro de 2026, após o qual devem encerrar suas atividades se não obtiverem a licença.
  • A presidente da ABToken, Regina Pedroso, enfatizou a necessidade de regulação clara que não impeça a inovação no Brasil.

A cotação do Bitcoin e de outras criptomoedas é um indicador volátil do mercado financeiro, frequentemente correlacionado com a cotação do dólar e o desempenho do Ibovespa.


Criptomoedas


2026-09-12 14:11:00

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