Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (PNAD Contínua), do IBGE, revelam que a taxa de desocupação na Bahia alcançou 9,2% no primeiro trimestre de 2026, o menor índice para o período em 15 anos. Apesar do resultado histórico, o indicador subiu em relação ao quarto trimestre de 2025, quando estava em 8,0%, posicionando o estado entre os piores desempenhos do país.
Números em Destaque
- Taxa de desocupação na Bahia: 9,2%
- Média nacional: 6,1%
- Taxa de desocupação em Salvador: 10,2%
- Taxa de desocupação na Região Metropolitana de Salvador: 11,2%
- Pessoas ocupadas na Bahia: 6,451 milhões
- Pessoas desocupadas na Bahia: 657 mil
- Rendimento médio real mensal na Bahia: R$ 2.483
- Massa de rendimento real habitual: R$ 15,703 bilhões
O Contexto da Divulgação
A taxa de desocupação na Bahia, embora tenha alcançado um recorde positivo na comparação histórica, ainda se mantém acima da média nacional, que é de 6,1%. O estado empatou com Pernambuco e Alagoas, ambos com 9,2%. Salvador e a Região Metropolitana de Salvador lideram as taxas de desemprego, com 10,2% e 11,2%, respectivamente. A queda no número de pessoas ocupadas, que totalizou 6,451 milhões, e o aumento do contingente de desocupados, que chegou a 657 mil, também refletem um cenário de dificuldades persistentes no mercado de trabalho. O IBGE atribui parte desse aumento à sazonalidade, com encerramento de contratos temporários no início do ano.
O que é a Taxa de Desocupação?
A taxa de desocupação mede a proporção de pessoas de 14 anos ou mais que não estavam trabalhando, procuraram emprego e estavam disponíveis para assumir uma vaga. O indicador considera o universo da força de trabalho, que é formado por pessoas ocupadas e desocupadas.
Aprofunde sua análise em nossa seção completa sobre indicadores econômicos. Veja o histórico da taxa Selic e do índice IPCA para entender o cenário completo do mercado financeiro.
Indicadores Econômicos
2026-05-15 07:00:00


