Na terça-feira, 5 de setembro, o bitcoin (BTC) estava sendo negociado próximo a US$ 81 mil, com um aumento de 3,2% nas últimas 24 horas, alcançando US$ 81.375,24 por volta das 10h45, segundo dados do CoinGecko. Em reais, o ativo atingia R$ 401.592,39, conforme informações do CoinTrader Monitor. O crescimento da criptomoeda foi impulsionado pela expectativa em torno do Clarity Act, uma proposta que visa esclarecer as regras do mercado cripto nos Estados Unidos.
O Clarity Act está em fase final de negociação no Senado e ganhou destaque recentemente após um acordo entre parlamentares. O projeto proíbe o pagamento de rendimentos sobre stablecoins que se assemelhem a juros de depósitos bancários, com o intuito de evitar concorrência direta com o sistema financeiro tradicional. Simultaneamente, permite incentivos relacionados ao uso das plataformas, preservando parte do modelo de negócios do setor.
Apesar do impulso inicial, o movimento do bitcoin perdeu força ao longo da manhã, em um ambiente mais cauteloso, influenciado pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, que impacta o petróleo e ativos mais sensíveis ao risco. Os ETFs continuam a ser um dos principais motores de demanda, ajudando a manter o bitcoin em níveis elevados, mesmo com a volatilidade observada no curto prazo.
Um relatório do Itaú BBA indica que a recente alta é concentrada, com o bitcoin liderando o movimento, enquanto outras criptomoedas apresentam um desempenho mais limitado. O banco sugere que isso indica um avanço ainda não disseminado, sem confirmação de um ciclo mais amplo de valorização no setor.
Entre as principais altcoins, nas últimas 24 horas, o ethereum (ETH) avançou 2,2%, alcançando US$ 2.388,39; o XRP subiu 1,2%, cotado a US$ 1,41; a BNB teve alta de 1,2%, negociada a US$ 631,05; e a solana (SOL) ganhou 1,6%, sendo cotada a US$ 85,50.




