A taxa de desemprego no Brasil registrou um novo mínimo histórico, alcançando 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o menor índice desde o início da série histórica em 2012, refletindo uma recuperação no mercado de trabalho.
Números em Destaque
- Taxa de desemprego: 5,3%
- Pessoas ocupadas: 103,3 milhões
- Empregados com carteira assinada: 39,4 milhões
- Pessoas desocupadas: 5,8 milhões
- Trabalhadores sem carteira: 13,8 milhões
- Taxa de informalidade: 37,5%
- População desalentada: 2,3 milhões
- Rendimento médio do trabalhador: R$ 3.762
- Crescimento na ocupação em transporte, armazenagem e correio: 5,4%
- Domicílios visitados pela pesquisa: 211 mil
O Contexto da Divulgação
A redução da taxa de desemprego é acompanhada por um aumento no número de pessoas ocupadas, que atingiu 103,3 milhões, o maior já registrado. O crescimento foi especialmente impulsionado pela construção civil e pelo setor de transporte, armazenagem e correio, que se beneficiaram da demanda crescente por serviços e mão de obra. Apesar do avanço, o aumento de trabalhadores sem carteira assinada e a taxa de informalidade, que alcançou 37,5%, indicam desafios persistentes no mercado de trabalho.
O que é a taxa de desemprego?
A taxa de desemprego é um indicador que mede a proporção de pessoas que estão ativamente à procura de trabalho, mas não conseguem encontrar uma vaga. Este indicador é crucial para entender a saúde do mercado de trabalho e é calculado a partir de dados coletados em pesquisas com a população, considerando diferentes categorias de ocupação, tanto formal quanto informal.
Aprofunde sua análise em nossa seção completa sobre indicadores econômicos. Veja o histórico da taxa Selic e do índice IPCA para entender o cenário completo do mercado financeiro.
Indicadores Econômicos
2026-08-28 08:00:00


