Malévola Alves critica MC Mirella por apoio a Flávio Bolsonaro e questiona postura conservadora da funkeira

Na última terça-feira, 6 de outubro, Malévola Alves expressou críticas a MC Mirella por sua declaração de apoio a Flávio Bolsonaro (PL). Em um vídeo, Malévola questionou o posicionamento político da funkeira, que tem abordado questões políticas nas redes sociais nas últimas semanas.

A influenciadora destacou que considera a venda de conteúdo adulto incompatível com os valores conservadores que estariam associados à direita. “Mulher, tu devia tomar vergonha na tua cara. Eu adorava ela, gente, mas eu estou em choque com o posicionamento dessa mulher”, afirmou Malévola.

Durante seu desabafo, Malévola reconheceu o direito de cada um escolher seu candidato, mas exigiu coerência da artista. “Se você quer votar no Bolsonaro, quer ser de direita, seja! Cada um tem seu voto. Mas, para de mostrar vagina, de vender conteúdo adulto, porque isso não é nada conservador”, enfatizou.

Além disso, Malévola mencionou a promoção de produtos íntimos por Mirella, reafirmando que não vê características conservadoras na postura da cantora. “Você não é nada conservadora. Nada!”, declarou.

Apesar das críticas, a influenciadora afirmou que não vê o trabalho de Mirella como um problema, considerando-a “maravilhosa”. No entanto, reiterou sua confusão sobre a escolha política da funkeira: “Não tem nada de conservadora. E quer votar em direita. Isso que eu não entendo”, finalizou.

O que MC Mirella disse sobre política

Em suas publicações que geraram polêmica nas redes sociais, MC Mirella abordou questões relacionadas aos problemas do Brasil, questionando o retorno dos impostos pagos pela população. A cantora expressou que o país possui potencial, mas criticou os altos custos enfrentados por trabalhadores e empreendedores.

A artista também discutiu o impacto dos impostos e juros na operação de negócios e os efeitos desses gastos nos preços para os consumidores. Ao reafirmar seu direito de se posicionar, Mirella declarou que sua profissão não determina sua capacidade de entender economia ou formar opiniões políticas. “Minha profissão não determina minha inteligência e muito menos o meu voto”, afirmou.

Ela ainda defendeu uma discussão política fundamentada em fatos, abordando temas como segurança, saúde, educação, emprego e poder de compra, e confirmou seu voto em Flávio Bolsonaro (PL).

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