Disputa pelo governo do Distrito Federal é tema de nova pesquisa da Real Time Big Data para 2026

A nova pesquisa da Real Time Big Data para as eleições de 2026 no Distrito Federal revela diversos cenários para a disputa pelo governo e inclui Michelle Bolsonaro (PL) como um dos nomes testados para o Senado. O levantamento, que será divulgado no dia 19 de agosto, foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-07849/2026 e contará com 1.600 entrevistas realizadas entre 14 e 18 de agosto.

A pesquisa

Disputa pelo governo: a pesquisa inicia com a intenção de voto espontânea e apresenta dois cenários estimulados para o primeiro turno. No primeiro cenário, são testados os seguintes candidatos: Celina Leão (PP), Elisson Ferreira (Agir), José Roberto Arruda (PSD), Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB), Professor Robson (PSTU), Professora Samara Mineiro (UP) e Ricardo Cappelli (PSB). O segundo cenário exclui José Roberto Arruda, mantendo os outros oito nomes.

Segundo turno: a pesquisa analisa três possíveis confrontos: Celina Leão contra José Roberto Arruda; Celina Leão contra Leandro Grass; e José Roberto Arruda contra Leandro Grass.

Rejeição: os entrevistados são questionados sobre quais candidatos não escolheriam para governador.

Potencial de voto: a pesquisa investiga a probabilidade de voto em cada candidato, distinguindo entre aqueles que votariam com certeza, os que consideram como uma possibilidade, os que conhecem mas não votariam e os que não têm conhecimento suficiente para opinar.

Disputa pelo Senado: os participantes podem escolher até dois nomes dentre os seguintes candidatos: Bia Kicis (PL), Cristian Viana (Podemos), Erika Kokay (PT), Leila do Vôlei (PDT), Michelle Bolsonaro (PL), Professor Guilherme Amorim (UP), Sebastião Coelho (Novo), Tiago Tarsis (Agir) e Zanata (PSTU).

Avaliação do governo de Celina Leão: o levantamento também mede a aprovação ou desaprovação da governadora, solicitando uma avaliação de seu desempenho nas categorias ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.

O estudo, realizado pela Real Time Big Data, foi financiado com recursos próprios e possui um nível de confiança estimado em 95%, com uma margem de erro máxima de dois pontos percentuais.

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