Tostão, um dos ídolos mais reverenciados da história do Cruzeiro, compartilhou suas razões para evitar eventos oficiais de clubes e entidades de futebol. Em sua coluna na Folha de S. Paulo, o ex-atacante de 79 anos afirmou que esse distanciamento é fundamental para manter sua isenção como comentarista e colunista.
Em sua coluna publicada na terça-feira (26/5), Tostão explicou: “De vez em quando alguém me pergunta por que eu não estou presente em eventos relacionados ao Cruzeiro, à CBF, à Fifa e a outras organizações. Além de gostar de meu canto e de tentar separar o público do privado, preciso, como colunista, manter uma distância para ter total liberdade e independência para criticar e elogiar.”
Tostão pelo Cruzeiro
Considerado o maior artilheiro da história do Cruzeiro, Tostão acumulou 245 gols em 383 partidas. Ele foi fundamental na conquista da Taça Brasil de 1966, onde o Cruzeiro derrotou o Santos de Pelé, consolidando sua posição como uma força no futebol nacional. Durante a campanha, Tostão marcou quatro gols, incluindo dois na final: um na vitória por 6 a 2 no Mineirão e outro no triunfo por 3 a 2 no Pacaembu, que garantiu o primeiro título nacional do clube.
Com a camisa celeste, Tostão também se destacou como pentacampeão mineiro entre 1965 e 1969, a maior série hegemônica do Cruzeiro no estado. Ele foi artilheiro do Campeonato Mineiro em 1966 (18 gols), 1967 (20 gols) e 1968 (20 gols).
Tostão na Seleção Brasileira
Pela Seleção Brasileira, Tostão participou de 65 jogos (sendo 55 oficiais) e marcou 36 gols. Ele foi um dos destaques da conquista do tri na Copa do Mundo de 1970, no México, onde jogou seis partidas, marcou dois gols e teve uma participação significativa em várias jogadas.




