As stablecoins consolidaram sua liderança no mercado brasileiro de criptomoedas, respondendo por mais de 80% do volume mensal de operações com criptoativos declaradas à Receita Federal nos últimos anos.
Números em Destaque
- Volume total de operações declaradas: R$ 1,58 trilhão
- Participação das stablecoins: 71,7% (R$ 1,13 trilhão)
- Participação das stablecoins em 2023: 91,5%
- Pico de participação em julho de 2023: 94,3%
- Participação das stablecoins em 2024 e 2025: entre 76% e 80%
- Maior volume mensal em novembro de 2025: R$ 39,7 bilhões
- Participação da USDT: 88,7% (aproximadamente R$ 1 trilhão)
- Participação da USDC: 7,1%
- Participação da BRZ: 3,4%
- Total de transações com stablecoins: 185,7 milhões
- Recorde de operações em novembro de 2024: 18,2 milhões
- Total de transações no mercado brasileiro em novembro de 2024: 31,9 milhões
Detalhes do Anúncio
A Receita Federal divulgou dados que mostram um crescimento significativo das stablecoins no Brasil, que começaram a ganhar espaço a partir de 2020. A participação dessas criptomoedas atingiu seu maior nível em 2023 e, apesar de uma leve diminuição nos anos seguintes, permanece elevada.
Além disso, a USDT, emitida pela Tether, se destacou como a stablecoin mais negociada, concentrando quase 90% do volume total. O número de transações também avançou, refletindo um aumento no uso desses ativos digitais.
A divulgação dos dados antecede a implementação da DeCripto, um novo sistema de prestação de informações sobre operações com ativos digitais, que entrará em vigor em julho de 2026.
A cotação do Bitcoin e de outras criptomoedas é um indicador volátil do mercado financeiro, frequentemente correlacionado com a cotação do dólar e o desempenho do Ibovespa.
Criptomoedas
2026-07-01 10:56:00
