A Superintendência de Serviços Financeiros do Banco Central do Uruguai (BCU) aprovou um novo marco normativo para as corretoras de bitcoin e criptomoedas que operam no país, visando a proteção dos consumidores locais.
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O documento, divulgado no dia 22 de julho, regulamenta a atuação das corretoras com foco na segurança financeira e proteção de dados. As principais diretrizes incluem:
- As empresas devem obter autorização prévia do BCU para operar legalmente na região.
- Os negócios devem ser estruturados como sociedades comerciais formais, com regras claras de governança e controle de riscos.
- O escopo abrange o intercâmbio entre criptoativos e moedas fiduciárias em plataformas digitais.
- As corretoras devem manter uma separação clara entre os recursos próprios e o patrimônio dos usuários.
- Os administradores precisam reservar um patrimônio de um milhão de unidades indexadas para garantir a proteção de saldos.
- As exigências incluem avais e depósitos diretos no banco estatal para cobrir falhas em transações.
- Contratação de auditores independentes é obrigatória para avaliar a infraestrutura das companhias de criptomoedas.
- O uso dos recursos dos investidores sem permissão expressa é vetado, e infrações podem resultar em sanções administrativas.
- É necessário entregar manuais de ética para os funcionários, capacitando-os a detectar tentativas de golpes.
A cotação do Bitcoin e de outras criptomoedas é um indicador volátil do mercado financeiro, frequentemente correlacionado com a cotação do dólar e o desempenho do Ibovespa.
Criptomoedas
2026-07-27 18:01:00
