O zagueiro John Stones não renovará seu contrato com o Manchester City e deixará o clube ao final da temporada, conforme reportado pelo jornalista Fabrizio Romano. Aos 31 anos, Stones encerra uma década de serviços no Etihad Stadium, seguindo os passos de Bernardo Silva, cuja saída foi confirmada recentemente.
Stones foi contratado em 2016 junto ao Everton por aproximadamente 50 milhões de libras, valor que na época representou a segunda maior transferência da história para um defensor. Durante sua trajetória no Manchester City, o jogador conquistou 18 títulos, incluindo seis edições da Premier League, a Champions League de 2022/23, o Mundial de Clubes de 2023 e a Supercopa da UEFA de 2023. Na atual temporada, o clube ainda está na disputa da Premier League e da Copa da Inglaterra, após já ter garantido a Copa da Liga Inglesa.
Perda de espaço e problemas físicos
A saída de Stones ocorre em meio a uma temporada repleta de dificuldades físicas, incluindo uma lesão recorrente na coxa que o afastou dos gramados por quase dois meses. Como resultado, ele participou de apenas 15 partidas na temporada, sendo sete pela Premier League e apenas quatro como titular.
Além dos problemas de saúde, a diminuição de espaço no elenco influenciou a decisão. Stones passou a ser considerado uma opção secundária em relação a jogadores como Abdukodir Khusanov, Marc Guéhi e Nathan Aké, que ganharam destaque na defesa sob o comando de Pep Guardiola. Embora seu contrato seja válido até junho de 2026, não há negociações em curso para uma renovação.
Apesar dos desafios recentes, Stones construiu uma carreira de sucesso no Manchester City, totalizando 292 jogos e 19 gols ao longo de dez temporadas. Ele também foi convocado frequentemente para a seleção inglesa, atualmente dirigida por Thomas Tuchel, e é um nome cotado para a Copa do Mundo de 2026, disputando vaga com Ezri Konsa e Marc Guéhi.
A saída de Stones se junta à de Bernardo Silva, que também deixará o clube após um ciclo de sucesso, tendo conquistado 19 títulos em nove temporadas. Ambos foram peças fundamentais durante o período de maior sucesso do Manchester City sob a liderança de Guardiola.




